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Novidades marcam 31º Sertões BRB


foto Marcelo Maragni


Ao longo de suas três décadas de existência, o Sertões BRB se reinventa constantemente. Não só através dos percursos, que levaram a caravana a atravessar 18 estados brasileiros e o Distrito Federal. Características; regulamentos, categorias e detalhes da disputa avançaram nesse período, fazendo com que uma edição nunca fosse exatamente igual às demais. E não será diferente na 31ª delas que, de 11 a 19 de agosto, ligará Petrolina (PE) ao Prea (CE), por um roteiro de 3.800 quilômetros, dos quais 2.080 cronometrados.


A primeira novidade está no próprio desenho dos percursos. Três das oito etapas terão Petrolina como ponto de partida e chegada (formato conhecido como 'laço' ou 'margarida'), com desafios e direções completamente diferentes entre elas. E a última etapa acontecerá em torno do município de Cruz, onde estão o distrito do Preá e a praia de mesmo nome. Uma forma de reduzir as distâncias percorridas pelas equipes de apoio (e os deslocamentos para os competidores), sem comprometer o nível técnico do Sertões BRB. Longe disso, já que tanto os organizadores como muitos pilotos e navegadores acreditam em uma das edições mais difíceis da prova.


Outra característica nova do Sertões BRB 2023 é a adoção da planilha eletrônica para os competidores nos carros e UTVs - em caráter opcional. Ela substitui o formato tradicional, de papel, que exige a entrega física das marcações de cada etapa pouco antes da largada. Para quem optar pela nova configuração, o roteiro será liberado nos tablets dos navegadores no horário previsto pelo regulamento. Assim, o Sertões BRB se alinha ainda mais com as principais provas do rally cross-country internacionais.


Ainda nos carros, as duplas inscritas com as picapes Triton Sport R da Mitsubishi, concorrerão, além da categoria T2, em uma competição à parte, que oferecerá aos vencedores como prêmio uma estadia de três noites em meio às belezas de Alter do Chão, no Pará. O modelo foi desenvolvido pela Spinelli Racing, braço de competições da montadora japonesa no Brasil, como uma opção de entrada para os ralis e, nas últimas edições do Sertões mostrou ser mais do que capaz de superar o desafio.


Novidades, como se vê, não faltam. O que não muda é a tradição de revelar as belezas de um Brasil que boa parte dos brasileiros desconhece e a promessa de uma competição acirrada, digna do maior rally das Américas.

Edgar Fabre, diretor técnico

“Esse ano nós nos surpreendemos com os desafios, apesar de vir da construção do maior rally do mundo, 14 dias de prova, no ano passado. Será uma edição mais dura do que tradicionalmente temos feito, com muita navegação, embora a adoção da planilha eletrônica facilite a navegação, principalmente para os menos experientes. Desde 2020, a nossa gestão vem montando as provas em padrões mundiais, planilha em inglês, desenhos padronizados. Esse será o primeiro ano da história do Sertões que teremos a planilha tamanho A5 (menor).”








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