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Entrevista - Zion Berchtold


Fotos Rodrigo Junior

O jovem piloto catarinense da equipe Pro Tork KTM, é filho de um destaque nacional do mountain bike downhill, Markolf Berchtold, com inúmeros títulos nacionais e pan-americanos e fez história ao ser o primeiro ciclista da modalidade a integrar uma equipe internacional, a Global Racing Team, em 2001. Markolf compete também no motocross, e não demorou para o filho Zion seguir seus passos e levantar seu primeiro troféu de campeão nacional, em 2020, na categoria 50cc, tanto no Brasileiro de Motocross como no Arena Cross.


No ano seguinte, Zion subiu para a categoria 65cc e fechou a temporada na quinta posição no Brasileiro de Motocross, e em 2022 foi o terceiro colocado no mesmo campeonato. Neste ano, ele lidera o Brasileiro de Motocross na 65cc além de conquistar o título da categoria no Arena Cross.


Com uma temporada lotada de competições e com a possibilidade de conquistar mais títulos, conversamos com Zion, uma promessa do esporte nacional. Conheça melhor esse jovem atleta que decidiu seguir a carreira no motocross, com objetivos além da fronteira.


DA – Você é um jovem piloto. Qual foi sua primeira motocicleta e quando participou pela primeira vez em uma corrida?

ZION – Comecei a andar muito cedo, com 2 anos e meio. O meu pai me ensinou com uma Tany, uma motinha street que foi dele. Pouco tempo depois ganhei uma PW50 e encarei minha primeira competição. Foi com 4 anos, uma prova de velocross regional, em São Bento do Sul (SC), onde cheguei a pegar pódio. Depois disso não quis mais parar de correr.


Seu pai também é piloto e está sempre presente nas suas provas. Como tem sido o suporte dele nos treinos e provas? Ele exige muito ou é mais tranquilo?

Meu pai sempre andou de moto, mas se destacou mesmo no MTB downhill, foi um grande nome brasileiro na modalidade, um verdadeiro exemplo de atleta pra mim. Ele sempre está junto, me treina e é meu mecânico, faz tudo! É bastante exigente, me cobra muita postura, posicionamento e que eu sempre dê o meu melhor, indiferente do resultado. E eu faço de tudo para que ele tenha orgulho de mim!


Na temporada passada você finalizou o Arena Cross na quarta posição e neste ano conquistou o título da categoria 65cc. O que mudou do ano passado para este ano?

Na verdade, ano passado eu tinha recém completado dez anos e foi meu primeiro ano na categoria. Busquei dar o meu melhor, mas faltou um pouco de treino específico para a modalidade. Para esta temporada, busquei focar mais na preparação, e também estava mais forte e experiente. No fim, deu certo!



Como foi esta temporada no Arena Cross? Quais foram suas maiores dificuldades neste ano?

Nesta temporada a nossa preparação foi diferente. Acertamos bem melhor a motocicleta para o Arena e nossos treinos foram específicos para a modalidade. Encontramos algumas pistas na região de casa, onde pude me dedicar mais.


O que achou da pista da Super Final, no Pavilhão do Anhembi?

Bem bacana, mais rápida, me senti muito bem em todos os treinos e na corrida. Queria ter pulado mais duplos (risos).


Como a sua motocicleta se comportou? Foi fácil encontrar o ajuste ideal para o Arena Cross?

A KTM entrega o seu slogan: "ready to race". Pra mim, é a melhor do mundo, pra todas as modalidades. Fizemos alguns pequenos ajustes, sua preparação foi simples.


Quando não está treinando ou competindo, o que costuma fazer além do motocross?

Sou um menino como qualquer outro da minha idade. Gosto de coisas normais, como jogar futebol, andar de bike, ver TV e ir na academia.


Depois de ser campeão do Arena Cross, quais são os planos para o segundo semestre?

Agora o foco é o Sportbay Brasileiro de Motocross, no qual lidero a 65cc. Também participo da 85cc, para ir me adaptando com a motocicleta para o próximo ano. Estou trabalhando para subir ao pódio ainda em 2023, me sinto confiante. Estamos pensando em correr o Mini O’s, nos Estados Unidos, em novembro. No ano passado, fui segundo na classificatória e sétimo na final, na 65cc. Neste ano eu alinharei no gate da 85cc. E depois existe a possibilidade de fazer uma pré-temporada, para 2024, também nos EUA. Enfim, tenho uma grande equipe, e sem essas pessoas à minha volta, nada disso seria possível. Aproveito para agradecer à Pro Tork KTM Racing Team, por acreditar no meu sonho!





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